Manual do Mapa nas Nuvens

Documento serve como guia prático par orientar agentes culturais a usarem melhor a plataforma digital

A Secretaria de Cultura coloca no ar o Manual do Mapa nas Nuvens. A ferramenta, disponível no site da pasta, foi desenvolvida para facilitar o acesso e a gestão das ações e espaços dos agentes culturais do Distrito Federal. De forma didática, o manual consiste em um guia prático para se cadastrar na plataforma colaborativa digital e, a partir dali, administrar todas suas atividades, de maneira gratuita.

Baixe aqui o Manual – Mapa nas Nuvens

O Mapa nas Nuvens – Cartografia Cultural do DF (www.mapa.cultura.df.gov.br) integra uma ação nacional para potencializar a gestão da cultura, por meio da coleta e sistematização de dados acerca de agentes, ações e espaços culturais. O projeto é resultado da parceria com o Instituto TIM e o Observatório de Economia Criativa da Universidade de Brasília (Obec/UnB) e foi implementado em várias cidades, a exemplo de Sobral (CE), São Paulo(SP), Blumenau (SC) e Belo Horizonte (MG).

Como espaço colaborativo de mapeamento cultural, a plataforma abastece aplicativos mobile, permitindo acesso ao público de todas as atividades e espaços culturais do DF e Ride em um sistema georreferenciado e totalmente gratuito.

Qualquer um pode alimentar a plataforma, fazendo um cadastro simples para poder compartilhar seu projeto ou espaço cultural. As atividades realizadas nos equipamentos da Secretaria de Cultura ou fomentadas pela pasta já podem ser facilmente localizadas no mapa, com informações detalhadas, fotos e vídeos.

Além das nuvens

O Mapa configura um primeiro passo para a criação e implementação do Sistema de Informação e Indicadores Culturais do DF (SIIC/DF), previsto pelo anteprojeto da Lei Orgânica da Cultura do DF. O SIIC está em consonância com o que dispõe o Sistema Nacional de Cultura e o no Plano Nacional de Cultura, que define ações públicas do setor até 2020.

Segundo o secretário de Cultura, Guilherme Reis, o mapa permitirá a formulação de políticas públicas de descentralização de recursos, por oferecer uma visão ampla de como as ações culturais, os agentes da economia criativa e os recursos públicos estão distribuídas geograficamente no DF. “Assim, teremos mais subsídios para o planejamento estratégico da Secretaria de Cultura, para a formulação de políticas que contemplem regiões menos assistidas e aproveite melhor o potencial onde já há grande fruição artística”, diz.

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