Cadastro de Usuário Externo

A adesão da Secretaria de Cultura ao Sistema Eletrônico de Informação garante modernização com conforto e agilidade. Agora agentes culturais podem acompanhar seus processos (abertos a partir de 2018) online, pelo computador ou até mesmo celular. É simples, rápido e ágil.

O vídeo a seguir ensina o passo a passo para que se realize o cadastro de Usuário Externo e tenha acesso a tudo que acontece com o processo.

Acesse este link e cadastre-se!

Sobre o SEI

Sistema Eletrônico de Informações (SEI), desenvolvido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), é uma plataforma que engloba um conjunto de módulos e funcionalidades que promovem a eficiência administrativa. Trata-se também de um sistema de gestão de processos e documentos eletrônicos, com interface amigável e práticas inovadoras de trabalho, tendo como principais características a libertação do paradigma do papel como suporte físico para documentos institucionais e o compartilhamento do conhecimento com atualização e comunicação de novos eventos em tempo real.

SEI foi escolhido como a solução de processo eletrônico no âmbito do projeto Processo Eletrônico Nacional (PEN), iniciativa conjunta de órgãos e entidades de diversas esferas da administração pública, com o intuito de construir uma infraestrutura pública de processos e documentos administrativos eletrônicos. Coordenado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o PEN proporciona a integração de diferentes esforços que já estavam em curso no âmbito do governo federal e objetiva a melhoria no desempenho dos processos da administração pública, com ganhos em agilidade, produtividade, transparência, satisfação do público usuário e redução de custos.

Principais características e facilidades do SEI

  • Portabilidade: 100% Web e pode ser acessado por meio dos principais navegadores do mercado: Internet Explorer, Firefox e Google Chrome;
  • Acesso Remoto: em razão da portabilidade já mencionada, pode ser acessado remotamente por diversos tipos de equipamentos, como microcomputadores, notebooks, tablets e smartphones de vários sistemas operacionais (Windows, Linux, IOS da Apple e Android do Google). Isto possibilita que os usuários trabalhem a distância;
  • Acesso de usuários externos: gerencia o acesso de usuários externos aos expedientes administrativos que lhes digam respeito, permitindo que tomem conhecimento do teor do processo e, por exemplo, assinem remotamente contratos e outros tipos de documentos;
  • Controle de nível de acesso: gerencia a criação e o trâmite de processos e documentos restritos e sigilosos, conferindo o acesso somente às unidades envolvidas ou a usuários específicos;
  • Tramitação em múltiplas unidades: incorpora novo conceito de processo eletrônico, que rompe com a tradicional tramitação linear, inerente à limitação física do papel. Deste modo, várias unidades podem ser demandadas simultaneamente a tomar providências e manifestar-se no mesmo expediente administrativo, sempre que os atos sejam autônomos entre si;
  • Funcionalidades específicas: controle de prazos, ouvidoria, estatísticas da unidade, tempo do processo, base de conhecimento, pesquisa em todo teor, acompanhamento especial, inspeção administrativa, modelos de documentos, textos padrão, sobrestamento de processos, assinatura em bloco, organização de processos em bloco, acesso externo, entre outros;
  • Sistema intuitivo: estruturado com boa navegabilidade e usabilidade.

Em ato inédito no país, os governos de Brasília e Federal cedem imóvel para etnia cigana

 

Meninas calon dançando. A ACEC - Associação Cigana das Etnias Calóns do DF e Entorno, luta por políticas públicas que beneficiem a comunidade cigana (Foto: Ascom / SCDC - MinC)

Meninas calon dançando. A ACEC – Associação Cigana das Etnias Calóns do DF e Entorno, luta por políticas públicas que beneficiem a comunidade cigana (Foto: Ascom / SCDC – MinC. Foto do destaque: EBC)

 

A secretária de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do DF, Marise Nogueira, representando o governo de Brasília, a secretária nacional do Patrimônio da União, Cassandra Maroni Nunes, assinaram na manhã de hoje (24) um termo de cessão de imóvel para abrigar os ciganos da etnia Calon. Pelo acordo, o governo federal concede o terreno e o governo de Brasília assume a responsabilidade de instalar a infraestrutura – água, luz, esgoto e demais equipamentos públicos. Esse modelo de cessão, para o assentamento de uma comunidade cigana, é inédito no País.

O superintendente regional da SPU no DF, Sergio Gonçalves, o secretário-executivo da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir-PR), Giovanni Harvey, e dirigentes da Associação da Comunidade da Etnia Calon no DF também estiveram presentes neste ato, que sela a seção de duas porções de terra que integram a área da antiga fazenda Sálvia, no Núcleo Rural Córrego do Arrozal, em Sobradinho. A primeira de 2,2 hectares, ocupada por 87 pessoas, e a segunda, de 3,5 hectares, com mais 70 pessoas, todas de origem cigana.

Os Calon são uma das três principais etnias de ciganos que vivem no Brasil — que inclui ainda os os Rom e os Sinti — e são o grupo mais numeroso atualmente, como eram na chegada dos primeiros ciganos ao país, no século 16. Os Calon começaram a se estabelecer em Sobradinho, no DF, a partir de 2009 e, desde então, lutam pelo direito à terra e por melhores condições de vida. A comunidade, que enfrenta várias formas de discriminação, sobrevive por meio de criação de porcos e galinhas e cultivo de milho, mandioca e feijão, além de manter as suas tradições culturais de dança e música.

A cessão da terra faz parte da preocupação dos governos de Brasília e federal de garantir a preservação da cultura e hábitos de populações tradicionais que vivem no território brasileiro e sofrem algum tipo de preconceito.